Conectar evidências. Aprofundar o olhar.
Um grupo de estudos com Gabriela Guimarães para discutir causas tratáveis em quadros diagnosticados como autismo, diferenças diagnósticas e mecanismos neurobiológicos — com pensamento crítico e discussão fora da caixa.
Trajetórias de desenvolvimento, necessidades de suporte e apresentações clínicas muito diferentes hoje compartilham o mesmo diagnóstico.
O que estamos agrupando? Quais diferenças precisamos reconhecer? E o que pode ficar de fora da investigação quando a explicação termina no comportamento?
Este grupo propõe discutir causas tratáveis e condições que podem produzir, agravar ou se sobrepor a manifestações atribuídas ao autismo. O foco está na investigação dos mecanismos, no diagnóstico diferencial e na interpretação cuidadosa de cada contexto clínico.
Vamos revisitar conceitos aprendidos, confrontar interpretações e abrir espaço para discussões fora da caixa. Questionar também faz parte de estudar.
Se o conceito se amplia a ponto de já não caber em si, precisamos voltar às perguntas fundamentais.
Discutir etiologias, condições associadas e diagnósticos diferenciais que merecem investigação em apresentações clínicas distintas.
Examinar conceitos diagnósticos, critérios e interpretações. Perguntar de onde vêm as explicações que repetimos e até onde elas se sustentam.
Conectar áreas do conhecimento, confrontar hipóteses e discutir a literatura com abertura intelectual, critérios e disposição para rever ideias.
Um grupo para quem quer aprofundar a investigação, revisitar conceitos aprendidos e discutir além das explicações habituais, com rigor e debate respeitoso.
Das trajetórias do desenvolvimento à investigação de mecanismos tratáveis: um percurso para discutir conceitos, exames e interpretações clínicas dentro das discussões de casos clínicos.
Trajetórias do desenvolvimento, níveis de suporte e limites de comparação entre populações.
Critérios, diagnósticos diferenciais e interpretações de um conceito que passou a abranger apresentações muito distintas.
Apresentação clínica, curso temporal, critérios e diagnóstico diferencial na discussão de sintomas neuropsiquiátricos.
Regressão, mudanças de comportamento e sinais que orientam a investigação de diagnósticos diferenciais.
Metabolismo energético, disfunção mitocondrial e interpretação dos achados no contexto clínico.
Transporte de folato, deficiência cerebral de folato e discussão dos mecanismos e estudos disponíveis.
Mecanismos imunológicos, hipóteses neuroinflamatórias e distinção entre evidência, associação e inferência.
Fundamentos, interpretação dos resultados, contexto metabólico e limites das inferências a partir do exame.
Sintomas gastrointestinais, marcadores fecais e interpretação contextual dos exames.
Integrar história, trajetória do desenvolvimento e achados laboratoriais para discutir hipóteses e distinguir condições associadas de explicações causais.
| Data | Horário |
|---|---|
| 09/11 | 20:00 às 21:30 |
| 23/11 | 20:00 às 21:30 |
| 07/12 | 20:00 às 21:30 |
| 21/12 | 20:00 às 21:30 |
| 04/01 | 20:00 às 21:30 |
| 18/01 | 20:00 às 21:30 |
Sou médica, formada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) em 2008, com 15 anos de experiência clínica e especializações em Medicina Intensiva e Nutrologia. Atualmente, sou doutoranda em Neurociência Comportamental na Universidade do Texas em Austin.
Minha trajetória reúne prática clínica, pesquisa e formação continuada. Estudei com médicos brasileiros como Artur Lemos e Lair Ribeiro e realizei dezenas de cursos de aperfeiçoamento, incluindo ozonioterapia, terapias injetáveis, implantes hormonais, coprologia funcional, ácidos orgânicos urinários, biorressonância e odontologia biológica.
Sou autora do livro “O Fator Folato”, palestrante TEDx no Brasil, membro e palestrante do MEDMAPS, congresso internacional dedicado às práticas integrativas em autismo.
Na Universidade do Texas em Austin (UT Austin), desenvolvo meu doutorado em Neurociência Comportamental. Minha atuação pioneira no desenvolvimento e na pesquisa de fotobiomodulação abdominal é voltada à investigação de seu potencial no tratamento de disfunções do eixo intestino–cérebro.
Meu trabalho conecta experiência clínica e pesquisa sobre metabolismo, intestino, cérebro e comportamento, com atenção ao folato, à bioenergética e ao neurodesenvolvimento.
Trago para este grupo a experiência da clínica e as perguntas da pesquisa. Quero reunir profissionais dispostos a revisitar o que aprenderam, discutir interpretações e investigar possibilidades que muitas vezes ficam fora da conversa habitual.
Iniciativa educacional independente de Gabriela Guimarães.
Esta turma é destinada a profissionais de saúde, com foco no estudo e na discussão da literatura científica. O grupo não oferece acompanhamento ou orientação individualizada para o tratamento dos filhos dos participantes.
A proposta é um grupo de estudos e discussão científica. O programa não oferece atendimento individual ou orientação para a condução de um paciente específico.
Significa estudar condições e mecanismos que merecem investigação diante de determinadas apresentações clínicas, incluindo diagnósticos diferenciais e condições associadas. A discussão não parte da ideia de uma causa única para todos os casos nem de uma mesma conduta para todas as pessoas.
Significa poder questionar conceitos aprendidos, cruzar áreas do conhecimento e examinar interpretações diferentes. As hipóteses serão discutidas com atenção aos dados disponíveis, ao contexto clínico e aos limites de cada exame e estudo.
Os encontros acontecem em 09/11, 23/11, 07/12, 21/12, 04/01 e 18/01, das 20:00 às 21:30. O investimento é de R$ 1.620 ou 12x de R$ 135,00.
Essas condições serão informadas juntamente com o formato final da turma. No momento, ainda não há confirmação desses itens.
As vagas são limitadas, e a participação depende de aprovação prévia.
Porque só faz sentido discutir se você estiver pronto para levar esse conhecimento e começar a aplicá-lo no dia seguinte na sua prática clínica — e fazer diferença na vida de milhares de famílias que estão à mercê de profissionais despreparados.